Comércio tradicional não aguenta especulação. “Só se vendêssemos Ferraris” | Urbanismo

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Zacarias Fernandes abriu a sua loja na Rua do Almada há cerca de 30 anos. Mas já trabalhava naquela artéria do Porto, que liga a Praça da República aos Lóios, há mais 18 anos, antes de se estabelecer por conta própria. Com 61 anos, o seu trabalho foi as ferragens – ramo pelo qual a rua sempre foi conhecida. Agora teme estar perto de ser obrigado a retirar-se da actividade profissional que desempenhou durante mais de metade da sua vida. O motivo não é diferente daquele que fez outras lojas de ferragens encerrarem no Almada. O senhorio vai vender o prédio e quer desocupar o rés-do-chão.

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