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Thursday, October 6, 2022

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Stoxx 600 regressa a janeiro de 2021. Petróleo sobe e juros agravam-se – Mercados num minuto

Bancos centrais animam câmbio. Iene cresce e franco suíço cede

O mercado cambial está particularmente agitado, durante a sessão desta quinta-feira, marcada por decisões de política monetária dos bancos centrais.

 

O euro desliza face ao dólar, que saiu reforçado pela decisão da Reserva Federal norte-americana (Fed) em subir as taxas de juro em 75 pontos base. A moeda única cai 0,19% para 0,9818 dólares.

 

Esta quinta-feira, a Fed aumentou a taxa de juro em 75 pontos base pela terceira vez consecutiva, dando força ao dólar, que já está a ser bastante procurado como ativo-refúgio devido à incerteza em torno da guerra na Ucrânia. O índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde com 10 divisas rivais – sobe 0,29% para 111,29 dólares.

 

Ainda na Europa, o franco suíço reage à reunião do banco central que esta quinta-feira subiu a taxa de juro de referência para 0,5%, tendo sido o último país do Velho Continente a subir os juros diretores acima de zero. A moeda de Zurique cai 1,44% para 1,0185 dólares e 1,29% para 1,0376 euros.

 

Apesar deste ter sido o aumento da taxa de referência mais agressivo em 20 anos, desiludiu o mercado, segundo os analistas, já que os investidores apontavam para uma subida de 100 pontos base. “A decisão [do Banco Nacional da Suiça] levou a um aumento do ‘short-selling’ sobre os pares euro e franco e libra franco, já que se esperava um aumento de maior dimensão”, explicou Vasileios Gkionakis, estratega de câmbio do Citigroup, numa nota enviada aos clientes, citada pela Bloomberg.

 
No Reino Unido, a libra soma 0,20% para 1,1474 euros e negoceia na linha d’ água face ao dólar (0,06%), após o Banco de Inglaterra ter subido as taxas de juro em 50 pontos base. 

No bloco, destaque ainda para o zloty que negoceia perto de mínimos de um mês, estando a desvalorizar 0,3% para 4,789 euros. A moeda está ainda a ser pressionada pelo discurso de Vladmir Putin que esta semana anunciou uma mobilização militar parcial para a guerra na Ucrânia.

 

Fora do Velho Continente, o iene soma 1,53% para 0,0070 dólares e cresce 1,69% para 0,0072 euros, após o Banco do Japão ter decidido intervir no mercado cambial, pela primeira vez desde 1998, depois de o iene ter derrapado, na sequência do anúncio de que as taxas de juro do país se iam manter baixas.

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