Bebé morre após mãe beber “duas ou três” garrafas de vinho e adormecer

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Uma história divulgada recentemente está a chocar a população de Derbyshire, em Inglaterra. Segundo reporta a imprensa local, em causa está um bebé que morreu após a mãe, que se encontrava a seu lado, ter bebido “duas ou três” garrafas de vinho e, depois, adormecido.

O caso, que foi mantido sob condição de anonimato, revela que a criança morreu após ter sofrido “danos evitáveis”.

A mãe contava já com um histórico de abuso de bebidas alcoólicas – que, segundo a mesma, se deveu a momentos de stress que viveu ao longo da vida, nomeadamente devido aos tratamentos de infertilidade a que teve de ser submetida para levar a cabo a sua primeira gravidez.

Já por altura da sua gestação seguinte, a progenitora terá ainda sido submetida a tratamentos contra a depressão e ansiedade – os quais optou por interromper, quando soube da notícia.

A imprensa local explica ainda que esta mulher foi acompanhada por uma parteira especializada em temas relacionados com o abuso de substâncias durante a primeira gravidez, processo durante o qual negou ter bebido álcool. Porém, já mais tarde, viria a assumir que mentiu nesse momento e que teria também fumado durante o processo.

Durante os últimos anos, a irmã desta mulher reportou à polícia que a mesma tinha desaparecido com as suas duas crianças, por uma ocasião, relatando as suas preocupações acerca do consumo de substâncias por parte da irmã. O marido, também, também a denunciou às autoridades, por conduzir com as crianças no carro enquanto parecia estar embriagada.

Os relatórios policiais associados a este caso apontaram que não foi efetuada uma “avaliação clara dos riscos” para perceber se o vício desta mulher pelo álcool superava a capacidade de prestar assistência aos filhos.

Porém, quando a segunda das crianças tinha apenas seis meses de idade, o pai, regressado do trabalho, encontrou a mãe a dormir numa cadeira, com o bebé entre ela e o braço da cadeira, “aparentemente sem vida”. Foram feitas tentativas de reanimação, as quais foram parcialmente bem sucedidas, mas a criança viria mesmo a perder a vida dois dias mais tarde.

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