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Monday, July 4, 2022

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“Eu diria que é prematuro”, diz professor

Saúde

Vale lembrar que é uma doença cerebral degenerativa que causa perda de memória, podendo levar à morte

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

O Alzheimer, como todos sabem, é uma doença cruel e bem dolorida. Nas primeiras semanas de diagnóstico, familiares sofrem bastante e demoram até se adaptar. O paciente, se tiver um grau mais elevado, esquece até mesmo de coisas simples, como nome, ano em que estamos e quantidade de filhos/netos. Por isso, é preciso ter calma e paciência.

Trata-se de uma doença cerebral degenerativa que causa perda de memória e, em algumas situações, pode levar à morte. Lidar com alguém nessas condições é extremamente delicado, por isso devemos seguir regras simples. Por ser uma doença sem nenhum tipo de cura, avanços em seu diagnóstico são necessários no objetiva de tentar retardá-la.

Vicente Forlenza, professor no Departamento de Psiquiatria da FM (Faculdade de Medicina) e também de IPq (Instituto de Psiquiatria) no Hospital das Clínicas, ambos da USP, foi procurado pelo Jornal da USP no Ar 1ª Edição e falou sobre o assunto. Recentemente, um novo teste de sangue foi criado e funciona de um modo que reconhece biomarcadores ligados à doença.

Segundo o especialista, esse novo teste “representa a possibilidade de, através de um exame de sangue, detectar algum elemento próprio da doença de Alzheimer, ou seja, indicando que o processo que causa a doença está presente”. Forlenza, por fim, avisa: “Tudo isso ainda é desconhecido. Eu diria que é prematuro achar que é um teste que resolveu os nossos problemas”.

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